segunda-feira, 10 de setembro de 2018

Valladolid


VALLADOLID

Decidimos passar uma noite em Valladolid para conhecer as ruínas dessa região com mais tempo e foi a melhor escolha. A cidade é minúscula, basicamente é constituída de uma pracinha rodeada por uma igreja, alguns restaurantes e lojinhas e acabou! rs. Mas é uma gracinha e lá comemos num dos melhores restaurantes da nossa vida!

Pracinha central de Valladolid
Igrejinha na frente da praça
 O legal da cidade é que é bem pertinho de 2 sítios arqueológicos Maias: Chichén Itzá e Ek’Balam.

o  Chichén Itzá
É o mais famoso dentre os 4 mais conhecidos da região (Chichén Itzá, Ek’Balam, Tulum e Cobá) e é considerado uma das 7 maravilhas do mundo moderno. As fotos abaixo são do Templo de Kukulcán:

As construções são imponentes, grandiosas e lá é realmente uma cidade, é bem grande, dá pra passar o dia todo lá, mas caminhando tudo, sem perder muito tempo, creio que umas 3 ou 4 horas sejam suficientes.

Lá dentro tem milhares de barraquinhas com exposições de artesanatos de tudo o que você possa imaginar. Esculturas, quadros, camisetas, joias em prata e pedras, caveiras mexicanas de todos os tipos, miniaturas das construções das ruínas, e mais muitas coisas. É um pouco cansativo, pois os vendedores ficam te chamando e falando com você sobre os artesanatos, mas ao mesmo tempo é encantador ver a riqueza do artesanato deles. E os preços são os mais baratos que você vai encontrar, negocie com eles que sempre dá pra melhorar o preço!

Nesse dia eu levei pouquíssimo dinheiro, não sei o que me deu, mas eu tinha vontade de chorar, porque deu vontade de levar mil coisas e não consegui comprar quase nada =(

Não é permitido subir ou tocar nas ruínas, o que é uma pena, pois a vista da pirâmide principal deve ser linda, mas é compreensível, pois além de danificar as ruínas, devem ter acontecido muitos acidentes, já que as escadarias são longas e bem inclinadas.

Detalhes das ruínas
Recomendo chegar lá antes das 8 horas da manhã, que é o horário de abertura ou bem no final da tarde, antes de fechar (fecha as 17h, mas o último acesso é as 16h), pois quando as excursões que partem de Cancun e Playa del Carmen começam a chegar (por volta das 10 horas da manhã) fica muito lotado.Além disso, chegando cedo, você pega as barraquinhas sendo montadas ainda, você tem um tempo pra andar e conhecer tudo sem as barracas, que poluem bastante o visual.


Ruínas de Chichén Itzá

Preste atenção ao fuso horário, nós saímos de Playa del Carmen num horário e chegamos em Valladolid em outro, quando entendemos isso já estávamos na porta do estacionamento do Chichén Itzá 1 hora adiantados, ou seja, no nosso relógio eram 8 horas, mas na cidade eram 7 horas ainda!! Haha. Esperamos uma hora na porta à toa.

O estacionamento e a entrada no parque não eram caros, era algo em torno de 250 pesos cada, mais o estacionamento que era uns 300 pesos. Antes da entrada pelas catracas, há banheiros e quiosques com comidinhas e bebidas, bem simples, mas atendem numa emergência.

Cenote de Chichén Itzá: há um cenote que era usado em rituais Maias, ele não é acessível para entrar, é apenas para observar e não é super bonito, mas vá lá dar uma olhadinha nele. O caminho até o cenote tem muitas barraquinhas e árvores, que ajudam com o sol escaldante, perto do cenote há banheiros.

Perto de Chichén Itzá há o Cenote Ik Kil, com entrada na água permitida (e paga), mas como nós ainda queríamos ir nas ruínas de Ek’Balam, não fomos conhece-lo. Mas dizem que é bem bonito e que vale a visita.

o  Ek’Balam
É pouco conhecido e bem menor do que Chichén Itzá, mas tem seus encantos. Lá você pode subir e tocar todas as ruínas, você gasta cerca de 1 ou 2 horas pra conhecer tudo com calma.


Detalhes

 A pirâmide principal é bem alta e tem uma vista linda das copas das árvores, mas é puxada a subida viu?! Não parece, você olha as pessoas morrendo e acha que é exagero, mas os degraus são bem inclinados, irregulares e altos. Ainda bem que ao longo da escadaria tem pontos de parada, cheios de detalhes bem conservados, é bem legal, então a subida fica menos cansativa.

Vista do alto da Pirâmide principal
Escadaria da pirâmide principal















E pra descer dá medo, muita gente desce de bunda na escada, admito que fiz isso em alguns momentos, pois não tem onde segurar e é muito inclinado.

Tem uma construção mais baixa que também tem escadaria (logo na entrada) e que também tem uma vista linda! Vale a pena subir em todas as escadas que ver pela frente, aproveite pra queimar as calorias consumidas com a culinária mexicana... rs

Dentro do parque, na entrada depois das catracas, tem algumas barracas e no estacionamento há lojas maiores, todas de artesanatos, mas nem se compara a Chichén Itzá nem em quantidade e nem em qualidade.


o  Ruínas de Cobá:
Vou aproveitar para falar dessas ruínas, mesmo sem ter conhecido, pois não tínhamos tanto tempo quanto gostaríamos, mas vou contar um pouco sobre o que pesquisei na época.

As ruínas de Cobá estão mais próximas de Tulum, mas não ficam próximas a nenhuma praia. São pouco visitadas, mas são grandes e bem espalhadas por um terreno grande, por isso, há opções de fazer o trajeto a pé ou de bicicleta ou de carrinho (como de golfe) que podem ser alugados lá dentro.

Se você for de Tulum para Valladolid, vale a pena passar pelas ruínas de Cobá, que estão no caminho. Como saímos de Playa del Carmen para ir até Valladolid, ficaria fora de mão.
 



Onde comer em Valladolid:
·       Restaurante El Atrio del Mayab: buscamos no Tripadvisor e esse restaurante era o número 1 da cidade, mas como tem pouquíssimas opções, achamos que seria bem simples, mas não, ele é bem bonito, elegante, com atendimento incrível e comida maravilhosa e super bem apresentada. Bebemos Tequila e Mezcal (bebida parecida com a tequila e tem uma larvinha morta dentro da garrafa), pedimos entrada e prato principal (bem servido) cada um e ainda pedimos sobremesa. Eu não lembro precisamente o valor, mas a conta deu algo em torno de 150 reais, foi suuuper barato e realmente delicioso.
Endereço: Calle 41 204, Centro, 97780 Valladolid, Yuc., México



No próximo post falo de Cancún!

Playa del Carmen


PLAYA DEL CARMEN

Escolhemos Playa del Carmen para ficar por 3 noites e 4 dias, achei que tinha mais a ver com o nosso perfil. Depois nos hospedamos por 1 noite e 1 dia em Valladolid e 1 noite e 1 dia em Cancun (e mais 1 manhã, que só deu mesmo para arrumar as malas e admirar a paisagem pela varanda do apartamento).
Calle Quinta Avenida - Playa del Carmen

Em Playa del Carmen ficamos hospedados numa acomodação do AirBnb na C.T.M. (uma avenida movimentada, pros padrões de pouco movimento de lá), bem perto de onde começa a Calle Quinta Avenida, a rua principal da cidade.

Dá pra fazer tudo caminhando por Playa, a Calle Quinta Avenida é uma gracinha e vale muito a pena caminhar por ela todinha, é longa, mas vale ir fazendo paradas e curtindo cada pedacinho. É nela que você encontra restaurantes, lojas das mais caras e famosas até as mais regionais e simples, mercadinhos, bares, enfim, tem de tudo.

De Playa del Carmen você está mais perto de Tulum (onde há praias lindas e as ruínas de Tulum), dos parques da rede X-Caret e de muuuitos cenotes (falo sobre cenotes mais a frente).

Ao final da Calle Quinta Avenida tem esse letreiro
A praia de Playa del Carmen é linda, claro, mas não é tão linda quanto as que vi em Cancun e Tulum. Mas mar é de lua (literalmente...rs.), às vezes em um dia uma praia está mais bonita e no outro menos. E como eu estou falando do mar do Caribe, não dá nem pra comparar com nenhuma praia que eu já tenha visto antes, são todas incrivelmente lindas.


Cenotes

Os cenotes merecem um post à parte, são incríveis, mas falarei rapidamente dos que eu conheci.

Antes vou tentar explicar o que são cenotes, mas só conhecendo pra acreditar que existem mesmo! A minha visão inicial, e absolutamente leiga, era que: cenotes são como cavernas com água dentro! haha.

A história que se conta é que meteoros caíram nessa região há milhares de anos atrás e se formou uma rede de rios subterrâneos, que é muito extensa e que ainda está sendo mapeada (por isso, a cada vez que você lê sobre cenotes há sempre alguns novos sendo descobertos).

Há cenotes abertos (que parecem lagos), há cenotes semi-abertos, onde o sol bate em determinados momentos do dia e há os fechados, que são os que se parecem com cavernas, como eu imaginava. São todos lindos e especiais, e se eu pudesse, teria ficado todos os dias apenas conhecendo cenotes (mentira!! 1 diazinho eu tiraria pra uma praia em Cancún... rs).

É importante entender que os cenotes ficam dentro de propriedades privadas, então sempre terá alguma taxa de entrada a ser paga, e ela varia muito.

 
Cenote Aberto - Imagem tirada da internet
Cenote Semi-Aberto - Imagem tirada da internet








Aqui vou contar sobre os (poucos) cenotes que conhecemos, mas em breve quero fazer um post com mais cenotes, para mostrá-los melhor.

·      Cenotes Sac Actún: Ficam na mesma estradinha (de terra) do mais famoso, o Cenote dos Ojos, e é mais barato, lindo e menos visitado. O nome é no plural, pois são 2 cenotes na mesma propriedade, um é semiaberto e o outro fechado.
Cenotes Sac Actún - Cenote Semi-aberto
Nós demos (muita) sorte de sermos os únicos na nossa visita, ou seja, foi um tour no cenote mais lindo que vimos só nós 2 e o guia, que era uma simpatia só.

O primeiro cenote visitado foi o semi-aberto, é pequeno e bem lindinho. Ali o guia explica mais sobre a formação dos cenotes, conta que a água dos cenotes é rica em Cálcio, o que, provavelmente, fazia com os Maias fossem mais baixos do que a média, fala dos rituais Maias que eram feitos nos cenotes, é bem legal de ouvir.

Depois fomos ao cenote fechado, que é iluminado por luzes artificiais. Em alguns trechos o guia apaga a lanterna e o breu é completo, você não enxerga nadinha! É bem legal. Alias, se você for claustrofóbico ou tiver medo do escuro completo, avise seu guia.

Lá você pode alugar roupa de Neoprene (pois nos cenotes a água é sempre bem geladinha), que é paga à parte, se não me engano, 5 dólares para cada um. E a máscara com snorkel, o colete salva-vidas e o guia estão incluídos no “pacote”, que era algo em torno de 450 pesos mexicanos.


·      Casa Cenote: Esse cenote não estava no nosso roteiro, nós estávamos prontos para nadar com as tartarugas na praia de Akkumal, mas o guia do Cenote Sac Actún nos avisou que isso deveria ter sido feito mais cedo, como já era umas 10h quando saímos de lá, ele nos recomendou ir ao Casa Cenote e depois a um outro Cenote que não lembro o nome!! Vou lembrar e atualizo aqui!!
Casa Cenote - foto tirada de dentro do cenote
O Casa Cenote é um cenote aberto, ou seja, o sol bate direto nele, é como uma lagoa de coloração bem verde turquesa e quando você olha por baixo da água vê as pedras e os peixinhos nadando pertinho de você (parece pertinho, mas é bem fundo na verdade). A água é salobra, pois há uma fenda que dá acesso ao oceano.

Lá você aluga a máscara com snorkel, o colete salva vidas e o serviço do guia só se você quiser, se não, paga apenas para entrar.

Recomendo muito contratar um guia para este passeio! A nossa guia nos levou até um ponto de mangue do cenote e nos disse que dali só era possível passar para o outro lado mergulhando e ela nos ensinou a mergulhar, é uma profundidade de mais de 1 metro, você passa por baixo de umas pedras enormes, é bem legal, e ela te ajuda se for preciso. Mas você só vai se quiser, claro.

No Cenote Casa há um bebê mascote, o Panchito, um bebe crocodilo (own...que fofinho né?! SQN!! haha). A guia nos disse que ele é acostumado com o fluxo de pessoas e que nunca atacou ninguém, mas ficamos bastante assustados com a possibilidade de ele não ir com a nossa cara! hahaha. Para a noooossa alegria, ele estava numa pedra tomando sol e não dentro da água. Ele é pequeno, mas assusta!rs.
Casa Cenote

Depois dessa aventura ainda há outra parte para fazer mais um mergulho, que é mais profundo que o primeiro, por baixo de raízes dos mangues, ele te leva de volta a parte inicial do cenote. É muito legal! E ela também ajuda se for preciso.

Depois do tour a guia nos deixou nadando na parte inicial, você pode ficar ali quanto tempo quiser. Não lembro dos valores, mas era barato, algo em torno de 300 pesos mexicanos cada um.

Bem na frente do cenote, na praia, há um restaurante onde almoçamos. Não era nada espetacular, mas era bom e barato. É o único por alí, não tem como errar...rs. Chama Casa Cenote Restaurante.
Praia na frente do Casa Cenote
 ·      Cenote que não lembro o nome!!: É uma lagoa e no centro dela há um cenote, é um cenote aberto, é bem interessante. Esse lugar é frequentado pelos locais, não havia turistas por lá e isso foi bem legal de vivenciar. A água não era tão gelada e a lagoa bem rasinha. Muito legal, mas não era tão bonito quanto os demais cenotes.
Cenote que não lembro o nome =/

Parques naturais
X-Caret: Eu li muito sobre os parques de Cancún, Playa del Carmen e Isla Mujeres, e logo percebi que não era a nossa pegada, mas eu sou o que? Teimosa!! E decidi que queria ir em pelo menos 1 parque pra conhecer.

Escolhi o X-Caret, o mais famoso, o mais caro e o maior parque. Não posso dizer que não gostei, é bem legal, mas sou contra algumas políticas do parque e gosto de poder dizer que fui e conheci, mesmo não sendo muito a minha cara. Vou listar os prós e contras:

Prós:
  1. Tem buffet de almoço incluído no valor, você come a vontade e tem uma variedade enorme de comidas.
  2. Tem animais silvestres que são mantidos lá, é quase um mini zoológico.
  3. Os rios subterrâneos são bem seguros, na maior parte do tempo “dão pé” e tem profissionais salva vidas espalhados. 
  4. O parque é muito seguro, tem seguranças, salva vidas, o chão é cimentado na maior parte, tem placas sinalizadoras pra tudo.
  5. Você passa o dia todo lá tranquilamente, e tem até ingressos de mais de 1 dia, para que você possa aproveitar melhor todas as atrações do parque.
  6. Tem um espetáculo no final do dia que vai até umas 22h (começa umas 20h) que vale muito à pena esperar pra ver. Ele conta a história do povo Maia e fala das diferentes regiões do México, os tipos de música, dança e costumes de cada região. É lindo.
  7. Tem um elevador giratório com vista panorâmica. É legal, bem tranquilo, não chega a dar medo, mas a vista nem é tão espetacular assim.
  8. Tem praia, rios subterrâneos, restaurantes, lojas, animais silvestres, espetáculo noturno, um elevador giratório com vista panorâmica, tudo no mesmo lugar, sem grandes deslocamentos.
  9. Lá você pode nadar com golfinhos, arraias, tubarões (se não me engano), e outros animais marinhos, é tudo pago à parte, em dólar americano
Flamingos do parque X-Caret


  Contras:
  1. A comida do buffet que está incluída no ingresso não chega a ser ruim, mas é uma comida meio sem sabor. Já a comida dos restaurantes que são pagos a parte dentro do parque são bem gostosas, mas são caras. 
  2. Tem restaurantes e bares espalhados pelo parque, além do de almoço que está incluído no ingresso, a comida nesses lugares é bem gostosa, mas também são caras.
  3. É meio cheio de crianças, pode incomodar um pouco;
  4. Tem animais silvestres mantidos em cativeiro. Por mais que eles estejam acostumados com o cativeiro e que não se adaptariam mais na natureza, eu não aguento ver animais presos em locais pequenos. Pela estrutura do parque, acredito mesmo que eles estejam sendo bem cuidados lá, mas não é algo que me agrade.
  5. Os rios subterrâneos são seguros demais e rasos demais, não tem muita graça, você fica só flutuando com o colete salva vidas deixando a água te levar. Nós fizemos os 3 trajetos possíveis de rios e sobrou tempo ainda.
  6. O espetáculo/show é realmente lindo, mas em alguns momentos eles usam animais e eu sou super contra, se tirassem os animais do show eu daria nota 10.
  7. É tudo muito artificial, uma mega produção, semelhante a um parque da Disney. Chama a atenção pela beleza e pelo tamanho, mas parece um pouco falso. Eu prefiro ver os animais no habitat natural deles, aves voando, peixes nos rios e cenotes naturais, fazer trilhas de verdade, enfim, não aprovo ter uma estrutura desse porte numa área com tanta natureza e belezas naturais, mas por outro lado, pelo menos eles preservam parte da natureza ao invés de degradá-la apenas.
  8. Sobre nadar com golfinhos ou outros animais marinhos: sou absolutamente contra, prefiro nunca nadar com um animal, mas saber que ele está livre no mar. Esses animais são presos em cativeiro e obrigados a nadar o dia inteiro com seres humanos desconhecidos, além de fazer truques para eles, por melhor tratados que sejam, não consigo achar isso normal.
  9. É caro! O valor que você paga para entrar (130 dólares americanos) dá pra conhecer muuuuitos cenotes.
Protetor biodegradável: no site dos parques da rede do X-Caret (Xel-há, Xplor, Xences e X-Caret) eles dizem que é obrigatório o uso de protetor solar biodegradável, para não poluir as águas. Nós compramos numa farmácia por lá (vende em toda farmácia) e achamos ótimo, era o mesmo preço de um protetor normal. Mas quando chegamos no parque, percebemos que todo mundo usava protetores normais, sem que fossem advertidos por isso. De qualquer modo, acho bom usar o biodegradável sempre, já que podemos evitar alguns danos ao meio ambiente, né?

Ingressos: Caso você decida ir, compre os ingressos pelo site com antecedência e já leve as entradas impressas (ou imprima por lá), para conseguir desconto.

Minha opinião: Eu achei legal pra poder dizer que conheci, mas não voltaria. Com o valor do ingresso, eu conheceria vários cenotes e comeria muitos burritos. haha. A sensação que ficou de lá é de ser tudo muito artificial, mesmo os rios e as praias sendo naturais, eles criaram um estrutura gigantesca. Me entristece ver animais em cativeiro também, por mais que eles sejam bem cuidados.

Onde comer em Playa del Carmen:
·      El Sangha-Rito: esse restaurante é bem simples (mesmo!), fica na Avenida C.T.M.. Os sucos e as comidinhas deles são realmente gostosos, além de super barato. Como esse lugar era do lado da nossa acomodação, comemos lá umas 3 vezes. Parece comida caseira. eu indico pra gastar pouco e comer bastante.
Endereço: MZA 58 LTE 5, Avenida C.T.M 5, Zazil-ha, Luis Donaldo Colosio, 77720 Playa del Carmen, Q.R., México

RUÍNAS DE TULUM
Vista área das ruínas de Tulum - Imagem tirada da internet
Fomos nas ruínas de Tulum de carro, dá 40 minutos de carro saindo de Playa del Carmen. Não nos hospedamos por lá e não conhecemos a cidade de Tulum.

Num mesmo dia conhecemos as ruínas de Tulum e mais 3 cenotes (os 3 que mostrei aqui em cima).

Chegamos antes das 8 horas da manhã por lá e estávamos com fome. Pedimos um café da manhã em um dos restaurantes do estacionamento (são todos beeem simples), achando que viria um café e um ovo mexido, mas não... veio arroz, feijão, tortilhas, pão, ovo mexido com presunto e queijo, suco e café preto. Comemos tudo, estava delicioso, mas pensa na preguiça que deu já logo cedo de caminhar pelas ruínas com as barriguinhas pesadas daquele jeito! rsrsrs. Só pra constar, os restaurantes e a comida são bem simples por ali, não espere nenhum requinte, mas a comida estava saborosa (ou a gente tava com fome...rs).

Café da manhã leve em Tulum! SQN!

No estacionamento há várias lojinhas, de roupas e de artesanatos. Nada chamou muito a atenção, é tudo bem simples. No caminho até as ruínas tem mais lojas, maiores, mas um pouco caras. Tem também um letreiro de Tulum.


As ruínas de Tulum não impressionaram tanto quanto as demais que conhecemos, pois são baixas e ocupam um espaço pequeno. Mas a praia que está atrás da ruínas é a mais linda que eu já vi. Não chegamos a entrar, pois logo em seguida iríamos conhecer cenotes, mas pode entrar se quiser (há épocas onde a praia fica fechada para a reprodução de tartarugas).
Praia das ruínas de Tulum

Ruínas de Tulum

A seguir falo de Valladolid, cidadezinha encantadora que passamos uma noite para conhecer 2 sítios arqueológicos Maias.

Valladolid

VALLADOLID Decidimos passar uma noite em Valladolid para conhecer as ruínas dessa região com mais tempo e foi a melhor escolha. A ci...