VALLADOLID
Decidimos passar uma noite em Valladolid
para conhecer as ruínas dessa região com mais tempo e foi a melhor escolha. A
cidade é minúscula, basicamente é constituída de uma pracinha rodeada por uma igreja, alguns
restaurantes e lojinhas e acabou! rs. Mas é uma gracinha e lá comemos
num dos melhores restaurantes da nossa vida!
O legal da cidade é que é bem pertinho de
2 sítios arqueológicos Maias: Chichén Itzá e Ek’Balam.
![]() |
| Pracinha central de Valladolid |
![]() |
| Igrejinha na frente da praça |
o Chichén Itzá
É o mais famoso dentre os 4 mais
conhecidos da região (Chichén Itzá, Ek’Balam, Tulum e Cobá) e é considerado uma
das 7 maravilhas do mundo moderno. As fotos abaixo são do Templo de Kukulcán:
As construções são imponentes, grandiosas e lá é realmente uma cidade, é bem grande, dá pra passar o dia todo lá, mas caminhando tudo, sem perder muito tempo, creio que umas 3 ou 4 horas sejam suficientes.
Lá dentro tem milhares de barraquinhas com
exposições de artesanatos de tudo o que você possa imaginar. Esculturas,
quadros, camisetas, joias em prata e pedras, caveiras mexicanas de todos os
tipos, miniaturas das construções das ruínas, e mais muitas coisas. É um pouco
cansativo, pois os vendedores ficam te chamando e falando com você sobre os
artesanatos, mas ao mesmo tempo é encantador ver a riqueza do artesanato deles.
E os preços são os mais baratos que você vai encontrar, negocie com eles que
sempre dá pra melhorar o preço!
Nesse dia eu levei pouquíssimo dinheiro,
não sei o que me deu, mas eu tinha vontade de chorar, porque deu vontade de
levar mil coisas e não consegui comprar quase nada =(
Não é permitido subir ou tocar nas
ruínas, o que é uma pena, pois a vista da pirâmide principal deve ser linda,
mas é compreensível, pois além de danificar as ruínas, devem ter acontecido
muitos acidentes, já que as escadarias são longas e bem inclinadas.
Recomendo chegar lá antes das 8 horas da
manhã, que é o horário de abertura ou bem no final da tarde, antes de fechar
(fecha as 17h, mas o último acesso é as 16h), pois quando as excursões que partem
de Cancun e Playa del Carmen começam a chegar (por volta das 10 horas da manhã)
fica muito lotado.Além disso, chegando cedo, você pega as barraquinhas sendo montadas ainda, você tem um tempo pra andar e conhecer tudo sem as barracas, que poluem bastante o visual.
Preste atenção ao fuso horário, nós
saímos de Playa del Carmen num horário e chegamos em Valladolid em outro,
quando entendemos isso já estávamos na porta do estacionamento do Chichén Itzá
1 hora adiantados, ou seja, no nosso relógio eram 8 horas, mas na cidade eram 7
horas ainda!! Haha. Esperamos uma hora na porta à toa.
O estacionamento e a entrada no parque
não eram caros, era algo em torno de 250 pesos cada, mais o estacionamento que
era uns 300 pesos. Antes da entrada pelas catracas, há banheiros e quiosques com
comidinhas e bebidas, bem simples, mas atendem numa emergência.
Cenote de Chichén Itzá: há um cenote que era usado em rituais Maias, ele não é acessível para
entrar, é apenas para observar e não é super bonito, mas vá lá dar uma olhadinha
nele. O caminho até o cenote tem muitas barraquinhas e árvores, que ajudam com o
sol escaldante, perto do cenote há banheiros.
Perto de Chichén Itzá há o Cenote Ik
Kil, com entrada na água permitida (e paga), mas como nós ainda queríamos ir nas ruínas
de Ek’Balam, não fomos conhece-lo. Mas dizem que é bem bonito e que vale a
visita.
o Ek’Balam
É pouco conhecido e bem menor do que Chichén
Itzá, mas tem seus encantos. Lá você pode subir e tocar todas as ruínas, você
gasta cerca de 1 ou 2 horas pra conhecer tudo com calma.
![]() |
| Detalhes |
A pirâmide principal é bem alta e tem uma vista linda das copas das árvores, mas é puxada a subida viu?! Não parece, você olha as pessoas morrendo e acha que é exagero, mas os degraus são bem inclinados, irregulares e altos. Ainda bem que ao longo da escadaria tem pontos de parada, cheios de detalhes bem conservados, é bem legal, então a subida fica menos cansativa.
E pra descer dá medo, muita gente desce de bunda na escada, admito que fiz isso em alguns momentos, pois não tem onde segurar e é muito inclinado.
Tem uma construção mais baixa que também
tem escadaria (logo na entrada) e que também tem uma vista linda! Vale a pena
subir em todas as escadas que ver pela frente, aproveite pra queimar as
calorias consumidas com a culinária mexicana... rs
Dentro do parque, na entrada depois das
catracas, tem algumas barracas e no estacionamento há lojas maiores, todas de
artesanatos, mas nem se compara a Chichén Itzá nem em quantidade e nem em
qualidade.
o
Ruínas
de Cobá:
Vou
aproveitar para falar dessas ruínas, mesmo sem ter conhecido, pois não tínhamos
tanto tempo quanto gostaríamos, mas vou contar um pouco sobre o que pesquisei na
época.
As
ruínas de Cobá estão mais próximas de Tulum, mas não ficam próximas a nenhuma
praia. São pouco visitadas, mas são grandes e bem espalhadas por um terreno
grande, por isso, há opções de fazer o trajeto a pé ou de bicicleta ou de
carrinho (como de golfe) que podem ser alugados lá dentro.
Se você for de Tulum para Valladolid,
vale a pena passar pelas ruínas de Cobá, que estão no caminho. Como saímos de
Playa del Carmen para ir até Valladolid, ficaria fora de mão.
Onde
comer em Valladolid:
· Restaurante
El Atrio del Mayab: buscamos no Tripadvisor e esse restaurante era o número 1
da cidade, mas como tem pouquíssimas opções, achamos que seria bem simples, mas não, ele
é bem bonito, elegante, com atendimento incrível e comida
maravilhosa e super bem apresentada. Bebemos Tequila e Mezcal (bebida parecida
com a tequila e tem uma larvinha morta dentro da garrafa), pedimos entrada e
prato principal (bem servido) cada um e ainda pedimos sobremesa. Eu não lembro
precisamente o valor, mas a conta deu algo em torno de 150 reais, foi suuuper
barato e realmente delicioso.
Endereço:
Calle 41 204, Centro, 97780 Valladolid, Yuc., México
No próximo post falo de Cancún!
















Nenhum comentário:
Postar um comentário