Praias, cenotes, ruínas e tequila!
Costa leste mexicana e seus encantosCancún, Playa del Carmen, Tulum e Valladolid
Em janeiro de 2018 eu e meu marido conhecemos
Cancun, Playa del Carmen e Valladolid, por lá vimos praias, cenotes e ruínas.
Foi pouco tempo no México, pois a nossa
viagem “de verdade” era pra NY (ficamos 10 dias por lá e eu vou contar em outro post). Mas papo vai, papo vem, acabamos concluindo que daria pra
fazer uma parada pelo Caribe, já que íamos pegar bastante frio nos EUA. Cancun
se encaixou ao nosso desejo e bolso. Ficamos de 27/01 até 02/02/2018, apenas 5
dias completos e os dias de chegada e de saída pela metade.
Como eu sou a louca da pesquisa de
viagens, pesquisei muuuito antes de irmos e já fui com um roteiro montadinho,
mas confesso que lá mudamos bastante o planejado, pois tem tanta coisa pra
conhecer que acabávamos mudando de planos sempre que ouvíamos dicas por lá.
Na pesquisa percebi que Cancún é cheia
de gente, de carros, de baladas, restaurantes, barulho, muvuca, caos, já deu
pra entender né? Nós não queríamos tanto agito assim, então deixei apenas 2
dias e 1 noite reservados para Cancún. Fomos conhecer melhor outras cidades.
Na pesquisa me identifiquei mais
com Playa del Carmen, com uma ar mais praiano, de vilarejo mesmo, mas também
com opções de bares, restaurantes e baladas. Playa foi a escolhida para
ficarmos 4 dias e 3 noites.
As cidades com mais opções para ficar
hospedado são Cancún e Playa del Carmen, depende mesmo do seu perfil de
viajante, em Cancún há mais agito, os hotéis no geral são all inclusives e o
público é, na maioria, norte americano. Já Playa del Carmen tem uma cara de
vila praiana, com pousadas e hotéis mais simples e com um publico mais variado,
mas na maioria europeu, pelo que percebi.
Decidimos alugar um carro na nossa viagem
e foi uma excelente escolha, como lá todos os pontos de interesse ficam
espalhado pela estrada entre Cancún e Tulum, estar de carro é muito prático. A
única possível desvantagem é que há histórias de policiais parando turistas
para pedir uma gorjetinha para liberar a passagem, então evite qualquer
infração de transito, por menor que seja. Nessa estrada que liga Cancún a Tulum
há placas de velocidade que variam de 40 km/h até 100 km/h, então, preste
atenção e respeite-as para não ser parado(a).
Nós fomos parados 2 vezes em estradas
diferentes (uma vez na estrada que liga Playa del Carmen à Valladolid e a outra
na estrada de Cancún até Tulum) apenas para verificação de documentos, os
policiais olharam dentro do carro (de fora mesmo), conferiram os documentos,
nos fizeram perguntas (de onde são, para onde estão indo, coisas simples) e nos
liberaram. Foi bem tranquilo, mas fique sempre ligado(a) ao volante por lá.
Aluguei o carro com bastante
antecedência, aqui pelo Brasil mesmo, aluguei na Alamo, pelo site rentcars.com.br . Você chega no aeroporto
de Cancun (que é minúsculo), procura o guichê da álamo, eles te buscam com uma
van e te deixam na loja. Os atendentes da Alamo foram extremamente simpáticos,
até estranhamos no início, parecia que estávamos participando de um comercial
de bom atendimento, sabe?! haha. Foi ótima a experiência. Pagamos algo em torno
de 700 reais (213 dólares) por um carro da categoria Volkswagen Jetta ou
similar, no caso, pegamos um Nissan Sentra.
Dicas:
© Leve
dólar americano e troque por pesos lá
© Alugue
um carro por lá, mas respeite as regras de trânsito para não tomar uma multa e
ir parar na delegacia para pagar! (dizem que os policiais são corruptos e te
param para pedir “uma ajudinha”, conosco não aconteceu, mas fique ligado(a)!)
© Cuidado
com a pimenta! A comida por lá é muito boa, mas eles gostam de uma pimenta,
então pergunte sempre se dá pra reduzir a pimenta ou trazer a parte os molhos!
© Cuidado
com o café da manhã: não que não seja bom (eu amei!), mas é pesado, costuma vir
arroz, feijão, tortilhas, guacamole, ovos mexidos, presunto, queijo, café, suco...
pensa na preguiça que dá depois! rs.
© Cuidado
para não ser passado pra trás: Mexicanos, assim como brasileiro, são
espertinhos e as vezes tentam te enganar, fique esperto pra não cair em nenhum
golpe, ou receber troco menor ou pagar mais caro por um serviço.
© Propina!!
Os mexicanos chamam a “caixinha” ou “gorjeta” de propina, não se sinta ofendido
quando eles te pedirem “propina”. Lá não é cobrada a taxa de 10% que estamos
acostumados no Brasil, então é educado (e não obrigatório) oferecer uma gorjeta ou “propina” ao
final de cada conta de qualquer serviço prestado.
A seguir, publicarei cada parte dessa viagem, em ordem cronológica.




